Os trabalhadores do Basa (Banco da Amazônia S.A.) estão em greve há mais de 40 dias. Uma quebra de braço com a direção do Banco que insiste em se manter intransigente.
Não houve acordo na audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho. Depois de repetir a última contraproposta já reprovada pelas assembléias dos empregados, a Direção do banco recusou as propostas da ministra instrutora Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, vice-presidente do Colendo Tribunal Superior do Trabalho: reajuste salarial de 9%; piso salarial de R$ 1.520,00; reajuste do valor do reembolso do plano de saúde no importe de 9%; compensação dos dias de greve à razão de uma hora compensada para cada duas horas de paralisação.
Foi sorteado o relator ministro Fernando Ono, que irá marcar o julgamento do dissídio.
Os bancários querem:
1. Novo PCS
2. Isonomia de Piso Salarial com os demais bancos públicos federais. (R$ 1.600,00)
3. Ponto Eletrônico.
4. Reajuste no reembolso do Plano de Saúde.
5. Isenção de Tarifas para os Empregados
6. Retorno do Programa de Educação Continuada
7. Isonomia de acesso do Quadro de Apoio a Funções Comissionadas.
8. Revisão do Novo Modelo de Negócios do Banco.
9. Revogação da NP 118.
10. Revogação do Seguro Para os alto-executivos do Banco.
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